Respaldo e pressão: Pezzolano segue no comando do Inter para duelo decisivo
Respaldo e pressão: Pezzolano segue no comando do Inter para duelo decisivo
Direção colorada opta pela manutenção do técnico uruguaio, mas impõe vitória contra a lanterna Chapecoense como condição inegociável
O Beira-Rio vive dias de turbulência. Após uma amarga derrota para o Santos, que culminou em uma marca negativa de 10 jogos sem vitórias no Brasileirão, o Internacional viu a pressão por mudanças atingir seu ápice. Somada à recente eliminação na Copa do Brasil diante do Grêmio, a permanência de Paulo Pezzolano no cargo de treinador tornou-se o centro de um acalorado debate interno.
No entanto, a cúpula colorada optou pela continuidade. Após reuniões que envolveram o presidente Alessandro Barcellos, o vice-presidente Victor Grunberg, o executivo Fabinho Soldado e o diretor técnico Abel Braga, o clube decidiu manter a comissão técnica. A análise do "núcleo do futebol" é de que Pezzolano ainda detém o comando do grupo e que ajustes pontuais, aliados a um calendário com semanas cheias para treinamento, podem recolocar a equipe nos trilhos.
Balanço da Rodada
Ao iniciarmos esta segunda-feira, o clima no CT Parque Gigante é de reflexão profunda. O fim de semana foi marcado por um sentimento de abatimento notório entre atletas e comissão após o revés em casa. Enquanto o clube projeta a reapresentação para esta terça-feira (8), a torcida observa com apreensão a queda de rendimento no nacional, ciente de que o tempo para correções é exíguo.
O clube seguiu o protocolo habitual, com a coletiva pós-jogo conduzida pelo auxiliar Esteban Conde e a defesa do trabalho institucional realizada por Fabinho Soldado. Agora, resta ao elenco colorado o trabalho de remobilização para buscar, em Santa Catarina, os pontos necessários para estancar a crise e retomar a confiança no campeonato.