Internacional cai para o Z-4 e Fabinho Soldado descarta influência de problemas financeiros no rendimento
Internacional cai para o Z-4 e Fabinho Soldado descarta influência de problemas financeiros no rendimento
Após a derrota por 3 a 2 para o Bahia, o executivo de futebol Fabinho Soldado nega que salários atrasados afetem o desempenho e cobra reação imediata do grupo colorado.
O cenário no Beira-Rio é de alerta máximo. A derrota amarga por 3 a 2 para o Bahia, na Arena Fonte Nova, empurrou o Internacional para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com um jejum que já perdura por nove rodadas, o clube gaúcho vive seu momento de maior turbulência na temporada, enfrentando não apenas a crise técnica, mas também questionamentos sobre o ambiente interno.
Em meio às incertezas que rondam o vestiário, o executivo de futebol Fabinho Soldado veio a público para blindar o elenco. Diante das notícias sobre pendências financeiras — envolvendo salários e direitos de imagem —, o dirigente foi enfático ao separar o campo das finanças. Segundo ele, as questões administrativas não servem de justificativa para o futebol apresentado dentro das quatro linhas.
Balanço da Rodada
Nesta segunda-feira, o futebol gaúcho acorda sob o peso da reflexão após o fechamento desta rodada do Brasileirão. O revés em Salvador não foi apenas um tropeço pontual, mas o marco da entrada do Colorado no Z-4, consolidando um fim de semana de resultados negativos para o time. A urgência por uma reviravolta tornou-se a tônica das discussões nos bastidores, com a necessidade de interromper imediatamente a sequência de nove jogos sem vitória.
"Não tem atrapalhado e não vai atrapalhar", garantiu Fabinho sobre a influência dos atrasos salariais. O executivo destacou que o comportamento dos jogadores nos treinamentos permanece profissional e alinhado com as expectativas do clube. O dirigente reiterou que o elenco não irá "jogar a toalha" e que o foco total está voltado para as 13 rodadas restantes da competição nacional.
O momento é de cobrança interna, como admitido pelo capitão Alan Patrick, que reconheceu que o nível atual de atuação não tem sido suficiente. O técnico Pezzolano também já havia estabelecido a meta de retomar o caminho das vitórias, ciente da pressão crescente das arquibancadas e da necessidade de uma resposta rápida já no próximo compromisso pelo Brasileirão.