O efeito Villagra: a dependência colorada que preocupa na reta final de 2026 - FutebolRS
Carregando...

O efeito Villagra: a dependência colorada que preocupa na reta final de 2026

Por: Redação FutebolRS 19/09/2026 Notícias
A ausência do volante Rodrigo Villagra expõe uma estatística preocupante para o Internacional: o clube ainda não venceu nenhuma partida na temporada sem a presença do argentino em campo.
Bastidores

O efeito Villagra: a dependência colorada que preocupa na reta final de 2026

Números revelam que o Internacional ainda não conseguiu conquistar uma vitória sequer na temporada quando o volante argentino não está em campo.

19 de setembro de 2026 · Porto Alegre

O Internacional atravessa um momento de reflexão sobre a importância de peças fundamentais em seu esquema tático. A ausência de Rodrigo Villagra, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, não é apenas um desfalque técnico para o técnico Paulo Pezzolano; trata-se de um dado estatístico que acende um alerta vermelho no Beira-Rio.

Um amuleto ou uma necessidade?

Desde que desembarcou em Porto Alegre, o volante argentino tornou-se uma engrenagem vital. Os números não mentem: em 2026, o Colorado não obteve um único triunfo quando Villagra esteve fora das quatro linhas. O recorte é ainda mais cruel no Brasileirão, única competição que resta ao clube: todas as seis vitórias conquistadas pela equipe no torneio nacional tiveram a participação direta do jogador.

Com 30 partidas disputadas na temporada — divididas entre Brasileirão, Gauchão e Copa do Brasil —, Villagra consolidou-se como peça incontestável. Sua regularidade é tamanha que a busca por um substituto à altura tornou-se um desafio constante para a comissão técnica.

Opções no elenco: Para suprir a ausência do argentino, Pezzolano avalia as alternativas de Paulinho, Thiago Maia e Ronaldo, embora reconheça que nenhum deles possua as mesmas características do titular.

Compromisso financeiro

Além do impacto técnico, a figura de Villagra carrega um peso financeiro relevante. O clube investiu 400 mil euros pelo empréstimo junto ao CSKA, com uma cláusula de obrigação de compra fixada em 4,6 milhões de euros, caso o atleta atinja a marca de 60% das partidas disputadas no ano. O cenário atual, portanto, coloca o volante como uma peça central tanto dentro quanto fora de campo, em um momento em que o clube busca estabilidade após enfrentar desafios como o recente transfer ban da Fifa.

Compartilhe:

Notícias Relacionadas